terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

pra não esquecer sobre o que é o amor

sejamos cada um, um apoio para o outro, no desejo de sermos cada vez melhores, acima de tudo por nós, e depois, pelo outro.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

como eu o culpei e como o fiz sentir-se culpado

se eu olhasse pra você hoje, sentiria amor. outra vez eu sentiria amor. e por tantas outras vezes sentirei. de tudo o que sobrou, sobrou amor. e transborda. e me faz sorrir, se você sorri. 
talvez por dias eu tenha te odiado. porque foi tão rápido e assustador me ver sozinha - sem seu abraço pra me acalmar - que eu não soube direito lidar com todos aqueles sentimentos. e eu te culpei por muito tempo pelo "e se" que não nos foi. te culpei tanto que, quem sabe pela primeira vez, você tenha se sentido culpado. mas a culpa não é e nem era tua, porque não sabias - ou talvez não quisesse - escolher o prazer a te possuir. e você nunca pediu pra eu ficar porque não queria me fazer chorar. isso é amor. e eu quis ficar mesmo sabendo que iria chorar. isso é amor. 
e agora, depois de tanto tempo, com os sentimentos todos reorganizados, percebo que não há culpados, mas me desculpo por ter feito você sentir-se assim. jamais, em tempo algum, a intenção foi machucá-lo. então não se culpe pelo que não foi e viva o que já é. perdoe-se e viva. e seja feliz. e ame outra vez. e se ame outra vez!

(título em referência à "Cândido", escrito por Voltaire)