quarta-feira, 23 de abril de 2014

feliz aniversário, Juliana

Eu sei que nem sempre estou disposta ao abraço, ao afago, que você gostaria ou necessita. Eu sei que talvez eu não seja a colega de casa que você sempre sonhou, por ser um tanto ausente e outro tanto braba. Eu sei que nos dias de tpm é difícil aturar e ser aturada, mas sei também que, apesar de uns desencontros meus e seus, eu sou a pessoa mais feliz do mundo. Entre tantos motivos, por ter você na minha vida, por ser um pouco sua filha e muito sua mãe, por ter a oportunidade de conviver contigo e ser iluminada por sua alegria, em geral, contagiante. Talvez essa seja a primeira vez que te escrevo, falando do que sinto em relação à você. É, eu estou trabalhando pra deixar aquela Ana durona de lado e ser mais quem eu sou. E eu sou toda amor por você! Minha filhinha está crescendo. Eu também. Quero ser a cada dia melhor pra você, mesmo que nossas vidas estejam entrando em novas fases e isso, de certo modo, nos afaste um pouco. Mas onde quer que você esteja, no quarto ao lado, na casa do namorado ou do outro lado do mundo, meu amor estará ali pra você. Minha casa, meu coração estarão sempre abertos pra você, fiinha. E hoje, mais do que dizer dos meus sentimentos por você, quero lhe desejar coisas boas, porque você merece todas elas. O que virá sera ainda melhor! Que a beleza da vida esteja sempre à sua vista e ao alcance das suas mãos. A felicidade não está laaaaá no futuro. Está sentindo ela agora? Eu estou, enquanto te escrevo sobre o que meu coração está cheio. Feliz aniversário, minha linda. Desejo, para além de tudo isso (e dinheiro!), maturidade pra enfrentar esta(s) nova(s) etapa(s) da sua vida. Amo você com amor de amiga, mãe, irmã...

segunda-feira, 7 de abril de 2014

sobre o tempo e sobre o amor

eu sempre achei que a tristeza tem lá o seu charme. em geral, costumava escrever com as lágrimas molhando as minhas mãos, que digitavam espécies de desabafos. desabafos esses, em geral, sobre amores não correspondidos e da minha enorme ânsia ao relação ao futuro. e quando me sentia feliz a poesia me faltava. hiatos enormes... a vida seguia, de certa forma, bonita, mas como expressar? talvez eu não quisesse contar pra ninguém, por medo de perder aquele sentimento o qual nomeava felicidade, amor ou sei lá o que. só que hoje... ah! hoje eu acordei com uma vontade enorme de escrever... e, não, eu não estou nem um pouquinho triste! pelo contrário. a felicidade é tanta em mim, que transbordo. minha vontade é contar a todos sobre nossos planos e iluminar o mundo com o nosso amor. o mundo seria mais bonito se as pessoas pudessem sentir o que sentimos. e eu que tantas vezes tracei algumas características de como seria um bom companheiro pra mim, nem imaginava que poderia existir alguém assim como você, tão melhor do que um dia pude imaginar. eu também nunca pensei que existisse tanto espaço no meu coração, e na minha casa, para tanto amor. adoro a forma como construímos nossa relação, pautada na sinceridade, e aprendemos dia a dia coisas lindas um com o outro. eu me sinto plena com ele. eu, que já sentia a alegria em mim, hoje explodo!

e você que está lendo este texto e que é cético em relação ao amor, ou em relação ao nosso amor, saiba: você pode ter vivido por aí, desperdiçando-se, mas quando encontrar o amor serão essas mesmas experiências anteriores que o fará ter certeza: é el@. e, pra mim, é ele. quando a sorte de tê-lo me sorriu a primeira vez eu tive certeza: sou mais sortuda que um ganhador da mega sena. não é todo o dia que encontramos o amor da nossa vida tocando guitarra no bar da tia! e depois desse dia... tudo mudou. não nos importa mais o que já foi, importa o que já é e o que há de ser, que será ainda mais lindo!
e você pode me dizer ainda: "mas só faz dois meses que vocês estão juntos!". e eu te respondo com a maior certeza do mundo: eu já perdi a noção do tempo! e te digo ainda mais: não são só dois meses, são uma vida toda pela frente, porque ele é tão incrível que faz eu me apaixonar todo o dia, como se fosse o primeiro dia.
e é tão simples como ele faz isso: sendo ele mesmo. e eu o admiro tanto... e eu o respeito tanto... 

não existe companhia melhor, seja pra jogar baralhos nerds comigo ou me cuidar quando estou doente (coisa que tem acontecido com muita frequência ultimamente! acho que deve ser algum tipo de invejinha sobre mim por ter alguém tão maravilhoso em minha vida.). e pasmem: não existe melhor profissional da limpeza de fogões do que ele! eu o admiro tanto pelo que sabe, pelo que está aprendendo e pelo que irá aprender, porque faz com amor, porque faz pra me fazer feliz. ah! e como eu sou feliz ao lado desse rapaz... nem imaginava que dava pra sorrir tanto!!! e o por que de tanta felicidade? porque ele me ama como eu sou, com minha brabeza, com a minha resmungonice e com a minha fome insaciável. e eu o amo mesmo ele sendo piá de prédio e eu tendo que ensinar malaquices pra ele! eu o amo por ser o príncipe que é e por fazer com que eu me sinta a mulher mais importante da face da terra. não apenas porque abre a porta do carro pra mim, porque me traz mimos lindos, porque me deixa declarações de amor em post its pelas paredes do quarto, mas porque transparece isso, muito mais do que em palavras, em atitudes.
espero a cada dia poder escrever mais e mais sobre esse amor que só vai crescer. espero a cada dia poder escrever mais e mais sobre esse amor que só me faz ser melhor. primeiro por mim e depois por ele.

Marcos Vinícius Barszcz,
Obrigada por ter me proporcionado os dois meses mais felizes da minha vida até então, porque eu sei que os meses vindouros serão ainda mais lindos! Amo você. 





quinta-feira, 13 de março de 2014

já faz tempo que eu tenho sentido vontade de escrever, falar das coisas das quais meu coração está cheio. tudo tem sido tão inédito, tão diferente, que para mim é difícil racionalizar, mesmo que minimamente, para escrever. o que sinto já nem cabe em mim, que transbordo.
me lembro de vez ou outra, num passado remoto, de pensar, ou até sentir, a felicidade. talvez até tenha mesmo sentido, mas não como agora, em sua plenitude. eu jamais, em tempo algum, imaginei que era possível amar tanto, sorrir tanto...
ao seu lado tenho aprendido, a cada dia, ser uma pessoa melhor, para mim e para você. és tão bom comigo, que tudo o que eu posso fazer é retribuir te dando o meu melhor: todo o amor que alguém já pode sentir.

obrigada por ser meu companheiro.

eu amo você com o melhor de mim.

um beijo e dois abraços.
sua,
Ana Braun.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

pra não esquecer sobre o que é o amor

sejamos cada um, um apoio para o outro, no desejo de sermos cada vez melhores, acima de tudo por nós, e depois, pelo outro.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

como eu o culpei e como o fiz sentir-se culpado

se eu olhasse pra você hoje, sentiria amor. outra vez eu sentiria amor. e por tantas outras vezes sentirei. de tudo o que sobrou, sobrou amor. e transborda. e me faz sorrir, se você sorri. 
talvez por dias eu tenha te odiado. porque foi tão rápido e assustador me ver sozinha - sem seu abraço pra me acalmar - que eu não soube direito lidar com todos aqueles sentimentos. e eu te culpei por muito tempo pelo "e se" que não nos foi. te culpei tanto que, quem sabe pela primeira vez, você tenha se sentido culpado. mas a culpa não é e nem era tua, porque não sabias - ou talvez não quisesse - escolher o prazer a te possuir. e você nunca pediu pra eu ficar porque não queria me fazer chorar. isso é amor. e eu quis ficar mesmo sabendo que iria chorar. isso é amor. 
e agora, depois de tanto tempo, com os sentimentos todos reorganizados, percebo que não há culpados, mas me desculpo por ter feito você sentir-se assim. jamais, em tempo algum, a intenção foi machucá-lo. então não se culpe pelo que não foi e viva o que já é. perdoe-se e viva. e seja feliz. e ame outra vez. e se ame outra vez!

(título em referência à "Cândido", escrito por Voltaire)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

sobre a brevidade do tempo

ontem ela estava aqui. 
hoje já não está mais. 

e a brevidade do tempo me assusta!

ontem ela estava ali, ao alcance das mãos, dos beijos, dos abraços. hoje não mais. nem nossas lágrimas poderão alcançá-la. nunca mais. 

e eu que eu posso fazer? 

e eu digo palavras bonitas, tentando dar algum conforto para quem amo, porque sinto muito por quem sente ainda mais. digo que são os planos de deus, que é o destino ou qualquer coisa assim, meio metafísica. meia dúzia de palavras vazias que nem eu mesma posso acreditar. o que eu realmente posso fazer é distribuir abraços, porque é a única coisa sincera que posso lhes dar nesse momento em que o pranto é público e a dor quase física. porque dói a ausência, porque amanhã irá doer muito sentar à mesa que já foi para quatro pessoas e agora somente três. porque dói muito imaginar o tempo que havia pela frente e que agora jamais será.

(...)

as nuvens choram e molham meu rosto.

[texto desconexo demais, mas é que os sentimentos estão todos desconexos mesmo. acho que ninguém sabe muito bem lidar com a morte.]