sábado, 24 de março de 2012

E se meu TCC fosse lido hoje...

AGRADECIMENTOS

Peço licença, mas gostaria de, por um momento, dispensar certas formalidades!

E agora, pensando a respeito das pessoas a quem tenho que agradecer, me ocorrem diversos nomes, foram tantas Marias e tantos Josés... 
Foram tantas pessoas que me fizeram ser quem eu sou e estar onde estou, que eu vou puxar dessa memória, já fraca, e desse cérebro que clama por férias, alguns nomes. 
Listados, assim, sem nenhuma ordem, de importância ou cronológica, à primeira vista poderá fazer sentido nenhum, para você. 


Eu poderia começar por minha infância e agradecer a professora Cláudia, do pré, por ter me dado meu primeiro livro, Alice no País das Maravilhas. E quem me conhece sabe, eu vivo num mundinho maravilhoso... No entanto, se eu voltar tanto assim no tempo, nem todas as folhas de papel produzidas em Telêmaco Borba, pela Klabin, seriam suficientes. Sendo assim, creio que é melhor avançar um pouco no tempo... 


Aquele agradecimento especial e o abraço apertado às amigas do magistério, Bruna e Letícia, por me darem as primeiras dicas sexuais; à Dieniffer pelos nossos 15 anos de amizade e chingamentos carinhosos; à Aline, melhor amiga de todos os tempos e de todas as galáxias; e a outra Aline, prima e amiga que, mesmo distante fisicamente, sempre se fez presente. 


Mais um pouco de agradecimento especial e abraço apertado ao Gustavo, que me apresentou às ciências humanas e à literatura relacionada à nossa cidade natal; ao Maikon, meu irmão de coração e de festas; e à alguns colegas de classe, só alguns, como o Fábio – último dos melhores amigos da história -, o Felipe – com suas gesticulações exageradas, que me roubam sorrisos - , a Juliana G. – que é um docinho – e a Sabrina – grande amiga, vizinha, colega de trabalho e responsável por grande parte dos momentos bons e felizes que passei nos últimos tempos. 


Agradeço também ao Rodrigo, ao Bruno e essa piazada toda que me diverte e aos que ainda vão me divertir muito. Obrigada.

Tem mais gente, mas como essa seção de agradecimentos está ficando longa demais, vou citar, de agora em diante, só nomes, sem as rasgações de seda posteriores, que é pra poupar tempo: Marcos Phelipe, Marcus Vinícius, Thiago, Anderson, Guilherme e Guilherme Calouro, Edilaine, Vinicius, Pacote, Marco Aurélio, Rodrigo da Sabrina... e deve ter mais uma porrada de gente que deveria estar aqui, mas se bem me conhecem, nem vão ligar... Já sabem que minha memória é pior que de uma joaninha!!

Nossa! Como é que eu ia esquecendo do César?! O cara que mais me pentelhou durante a graduação inteira e que eu já sofro por antecipação devido a saudade que irei sentir disso tudo. Obrigada, Cesar, por sempre ficar do meu lado, com exceção do dia que você se escondeu no banheiro e eu tive que surrar os caras daquela festa sozinha!

Eu pensei muito em agradecer a Mariana e a Janaína, mas nem tenho palavras. Foram tantos momentos, bons e ruins, que qualquer agradecimento se torna impronunciável. Um simples obrigado não é nada.

Depois de agradecer a todos os amigos – pelo menos os que lembrei -, agradeço meus familiares, que mesmo eu estando me formando em História, são otimistas e pensam que terei um futuro bom. Brincadeiras à parte, meus pais, depois de mim mesma, são os grandes merecedores de todas as coisas boas que eu puder lhes dar. 


À dona Zeli pelos conselhos, e broncas, via celular, e ao meu pai, seu Dico, pelos “juízos” e pelo ouro na conta. Inshalá! 

Ao meu irmão, que, por meio de nossas conversas, me ensinou a ver que eu sou responsável por mim e pelas coisas boas, e ruins, da minha vida. E pela excelente influência musical!

Praticamente finalizando, quero deixar aqui um SUPER obrigado ao meu querido orientador, que com paciência me ensinou o que eu ainda não conhecia e me instruiu quando eu não sabia por qual caminho seguir. Obrigada, futuro orientador de mestrado!

E para ela, que essa altura já deve estar triste por não ter visto ainda seu nome por aqui: Juliana B. Minha filhinha, minha mãezinha. Obrigada por cuidar de mim quando a dona Zeli não está perto e por aturar minhas grosserias. Você sabe que eu faço um tipinho, mas que no fundo, bem escondidinho, meu coração é repleto de sentimentos. E além disso tudo e mais um pouco que você faz por mim, obrigada por chorar em meu lugar quando eu não conseguia. Isso foi, realmente, uma grande demonstração de afeto.

Por último e talvez um dos mais importantes, ao meu possível futuro noivo. A possibilidade de ficarmos juntos me fez sair menos e estudar mais. Te gosto por isso e pela Lua que se afasta 3cm da Terra por dia, pelo seu Madruga, pelas músicas, pelas araras vermelhas e pelo calor dos infernos que faz no MS, entre outras coisas.

terça-feira, 20 de março de 2012

valsa sem par

e é nessa hora que eu te estendo a mão, convidando-o para dançar. e eu, que por muito tempo já dancei valsa sem par, não fiquei espantada com o seu não. é natural. você não poderia, é claro, permitir que um alguém, do qual a respeito do passo você nunca ouviu falar, entrasse na sua casa, comesse da sua comida e deitasse em sua cama.
é que tudo tem passado tão rápido que, quando vou olhar, já passou.