segunda-feira, 28 de novembro de 2011

só hoje

fazia tanto tempo que eu não escrevia que ah... já estava com saudades!
quem sabe porque os dias estavam sendo cinzas demais ou coloridos demais...
independente disso, é bom ter ideias organizadas para jogar no "papel".
agora - com bastante esforço, eu confesso - tenho conseguido olhar para as coisas e avaliar se realmente eu preciso me preocupar. aí, eu paro, olho bem para a cara da situação, observo por alguns segundos, conto até três - às vezes até mil - e deixo passar. com esforço maior ainda, tenho delegado funções que nunca, em tempo algum, precisavam ser minhas e, então, procuro olhar para mim mesma e pergunto:
_ o que estou fazendo de bom para mim hoje?
não é todo o dia que encontro respostas plausíveis a essa questão, nem sempre há respostas, mas pensar assim, pensar em mim - pela primeira vez, em anos - é o início de uma satisfação.

nós já sabíamos...

é, nós já sabíamos... mais cedo ou mais tarde, essa despedida iria ocorrer. não por vontade própria, mas por uma imposição do tempo, da vida e de nossas escolhas, que nos empurram para longe. mas não é com pesar que escrevo essa despedida com adeus. escrevo com uma ponta de sorriso, porque sei que o que há de vir será melhor, muito melhor que imaginamos...
talvez seja aquela vida de mulher casada, que a gente finge que não quer - para não perdermos a fama de má - , ou talvez nos deixemos levar pelo querer alheio...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

um dia de cada vez

eu te quero assim, sem obrigação, sendo feliz aos poucos e descobrindo coisas novas. te mostrando aos poucos, o amor que hoje eu to sentindo por você.